quinta-feira, 28 de maio de 2015

Foto de Quinta - 28/05/15

No último domingo jogamos contra a ESALQ, aproveitei para tirar algumas fotos. Compartilhei 49 delas na fanpage da LPB. Restou uma reservinha para uso futuro.



Abraços
Zulu

sexta-feira, 22 de maio de 2015

terça-feira, 19 de maio de 2015

Falta de campos põe LPB em risco

Algumas semanas atrás desabafei sobre falta de iniciativas mais eficientes para popularizar o beisebol no Brasil e fato de que o esporte continua sendo tratado como cultura de gueto.

Corroborando com essa realidade agora alguns espaços estão fechando suas portas para as organizações “paralelas” ou não federadas, por assim dizer.

Nesse final de semana a LPB tinha em seu calendário 2 triangulares. Diversos campos foram consultados para alugar o espaço, mas infelizmente recebemos resposta negativa da maioria. Até o momento temos apenas a confirmação do campo 2 do Anhanguera, em Santana do Parnaíba.

Essa é uma triste situação, com provável implicação negativa para o esporte. Hoje as organizações não ligadas à CBBS, como LPB, LSPB e agora LDB, são responsáveis pelo maior número de praticantes na faixa de 25-35 anos. Se essas ligas não tiverem onde sediar seus jogos, um contingente enorme deixará de praticar beisebol por não se enquadrar no nível técnico dos campeonatos federados, ou por não ser filiados a nenhum time federado.

Alternativamente a cidade de São Paulo tem dois campos de beisebol públicos: o campo de Parque Ecológico, que está em condições precárias, e o Mie Nishi, que é monopolizado pela federação.

Frequentemente passo pela Marginal Tietê nas tardes de domingo e vejo o Mie Nishi vazio – subutilizado ao invés de estar disponível para as organizações não federadas.

Fica o apelo aos dirigentes: Coloquem em prática o tão teórico discurso de “divulgar o beisebol”. Abram as portas, através de parcerias ganha-ganha, para quem quer jogar!

sábado, 16 de maio de 2015

Foto de Quinta - 14/05/15

Alguns jogadores fazem um desenho muito interessante durante seus movimentos.



Esse é Makoto, do time Fuji.

Abraços e Boas Fotos.

domingo, 10 de maio de 2015

Dar o Crédito a quem merece

Gostaria de fazer uma pequena homenagem, embora tardia, às mães do beisebol & softbol brasileiro. 

Mesmo fotografando beisebol desde 2008, minha coleção conta com pouquíssimas fotos das mães que viabilizam nossa prática do esporte. Ao fazer essa reflexão senti vergonha de mim mesmo. Mas creio que essa negligencia é, infelizmente, muito comum.

Quando se é criança, geralmente é a mãe de leva ao treino durante a semana. Na véspera do jogo a mãe prepara o uniforme do(a) atleta mirim. No dia do jogo a mãe vai para a cozinha – as vezes nem dá tempo de ver o filho jogando. E, geralmente, quando o time precisa de verba, faz-se um torneio ou evento, no qual as mães cozinham para o time lucrar.

Ou seja, as mães são o principal pilar para a existência do beisebol & softbol no Brasil.

Portanto, vamos valorizar mais nossas mães!

Além disso, faço um apelo para que procuremos alternativas para mudar esse cenário, de forma que as mães possam ser mais torcedoras e menos cozinheiras.

Muito obrigado a todas as mães por tudo!!!

Boa semana e boas fotos.

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Foto de Quinta, 08/05/2015

Foto de quitnta - Dokokai de Suzano, softbol garantido todo primeiro domingo do mês desde 1981.



Abraços e Boas fotos!

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Fotografando Softbol com 70-200mm f/2.8

Escrevo este post ao final de um dia de fotografias, cobrindo o Dokokai de Maio 2015.

Este post não é um review dessa lente, pois muitos já fizeram esse trabalho. Quero apenas registrar minhas impressões iniciais.

As fotos ficaram ainda melhor que eu esperava. O bokeh é lindo, o contraste/latitude é bem balanceado e fácil de manusear na correção das imagens, o foco é apurado, o autofoco é rápido, o detalhe é surpreendente. Fiquei muito satisfeito com o resultado final.



Apenas 3 pontos negativos ainda valem a pena comentar:

1) A lente é muito pesada. Para quem vinha usando uma Sigma 70-300mm f/4-5.6, o choque foi grande.
2) É uma bazuca – tão grande que não cabe em nenhuma de minhas mochilas. Ou seja, terei que comprar uma nova mochila para comportá-la, algo que eu não havia considerado como parte do orçamento.
3) 200mm é pouco...Depois de fotografar beisebol/softbol há alguns anos, sugiro considerar a seguinte conta:
- Com 400mm dá para cobrir o infield (até mais ou menos metade da area de corrida)
- Com 300mm dá para cobrir o pitcher, catcher, rebatedor e os dois jogadores de base mais próximos. - Com 200mm só para para cobrir o pitcher, catcher, rebatedor e um jogador de base próximo.

Digno de nota: Essa é a lente que comprei usada no Mercado Livre. Para quem acompanha meu outro blog saberá do que estou falando. Ela veio com alguns pequenos riscos no elemento frontal, o que quase passa despercebido, exceto quando vaza algum flare. Nessa situação os riscos ficam visíveis, inclusive na imagem final. Portanto, usem filtro, não arrisquem (ou não a risquem).

Em breve farei um comparatido entre as lentes tele que tenho acesso. Fiquem ligados.

Abraços e boas fotos.