Corroborando com essa realidade agora alguns espaços estão fechando suas portas para as organizações “paralelas” ou não federadas, por assim dizer.
Nesse final de semana a LPB tinha em seu calendário 2 triangulares. Diversos campos foram consultados para alugar o espaço, mas infelizmente recebemos resposta negativa da maioria. Até o momento temos apenas a confirmação do campo 2 do Anhanguera, em Santana do Parnaíba.
Essa é uma triste situação, com provável implicação negativa para o esporte. Hoje as organizações não ligadas à CBBS, como LPB, LSPB e agora LDB, são responsáveis pelo maior número de praticantes na faixa de 25-35 anos. Se essas ligas não tiverem onde sediar seus jogos, um contingente enorme deixará de praticar beisebol por não se enquadrar no nível técnico dos campeonatos federados, ou por não ser filiados a nenhum time federado.
Alternativamente a cidade de São Paulo tem dois campos de beisebol públicos: o campo de Parque Ecológico, que está em condições precárias, e o Mie Nishi, que é monopolizado pela federação.
Frequentemente passo pela Marginal Tietê nas tardes de domingo e vejo o Mie Nishi vazio – subutilizado ao invés de estar disponível para as organizações não federadas.
Fica o apelo aos dirigentes: Coloquem em prática o tão teórico discurso de “divulgar o beisebol”. Abram as portas, através de parcerias ganha-ganha, para quem quer jogar!
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